sábado, 8 de março de 2014

Comentário sobre O artigo “Intervenção militar, o que virá depois?

Comentário sobre O artigo “Intervenção militar, o que virá depois?”, publicado Na Revista Sociedade Militar

O artigo “Intervenção militar, o que virá depois?”, publicado Na Revista Sociedade Militar, alerta para uma série de situações que desencadearão ou poderão desencadear após possível Ação militar como resultado da “Marcha da Família com Deus” que ocorrerá em 22 de março próximo: assim, como ocorreram em 1964 dias antes da Intervenção Democrática militar.
Entendo que o autor do texto o senhor Robson A.S.K, tem preocupação em detalhar os prós e contra como resultado dessa ação conforme detalha http://sociedademilitar.com.br/index.php/textos-de-colaboradores/973-intervencao-militar-o-que-vira-depois.html e http://sociedademilitar.com.br/index.php/colunistas/eduardo-smuniz/974-militares-podem-intervir-outra-visao.html
Respeito seu ponto de vista, mas entendo que toda essa gama de possibilidade citada como resultado de uma possível Intervenção Militar poderá ocorrer com 100% certeza, se a “Direita” unida ao povo mais esclarecido, em 05 de outubro próximo, através do “sufrágio universal” consciente e pessoal.
 “RESET” o atual governo e seus séquitos do poder.
Quanto ao “... sangue de nossos compatriotas derramados em nossa própria terra” tem manifestado que o próprio governo já está preparado. - Com a Força Nacional, Polícias Militares, Guardas Municipais e outras formas possíveis de repressão possíveis e orientadas para esse embate, em defesa do inexistente “País padrão FIFA” vendido ao mundo. Onde se Povo Brasileiro protestar contra as falácias existentes, “perecerá” sob Balas de borracha, gás de pimenta, cassetetes, jatos d´aguas e toda sorte medieval de pressão política, inclusive uma Legislação mais “letal” que a Lei de Segurança Nacional editada no Regime Militar, em total agressão ao pensamento Militar do cultuado Bolivariano Líder Simon Bolívar que disse: “Maldito el soldado que apunta su arma contra su Pueblo”.  
Mas toda essa vilania contra nosso povo honrado foi um dia alertada pelo Presidente Ernesto Geisel “... se é vontade do povo brasileiro, eu promovo a abertura política no Brasil. Mas chegará um tempo em que o povo sentirá saudade do Regime Militar. Pois, muitos desses que lideram o fim do regime não estão visando o bem do povo, mas, sim, seus próprios interesses”.
Então! Que venha a Intervenção se o povo assim decidir.
Por Gilberto Figueredo




segunda-feira, 3 de março de 2014

Seria revanchismo um novo julgamento do mensalão, na “Nova Ordem” que se aproxima?

A situação caótica reinante para o povo honesto e decente desta nação transformou em diversão para grande parte dos governantes, porque, quanto mais nefasto forem maior são seus orgasmos pessoais e politicamente coletivos. Enquanto o povo produz com honra e sacrifício às riquezas desta nação, os desonrados governantes as consomem segundo suas vontades e convicções.
O povo pede saúde, não é ouvido, o povo pede educação, não é ouvido, o povo pede transporte não é ouvido, o povo pede segurança, não é ouvido. Por fim o povo pede respeito, ética, moralidade, o mínimo de consideração e também não é ouvido.
Então o povo pede clemência! - e também não é ouvido. Vai às ruas protestar, aí, o governo se compadece oferece sua mais tradicional bolsa social, a “borduna”, gás lacrimogêneos, gás de pimenta, balas de borracha e a grande novidade.  Uma lei mais gravosa que a Lei de segurança nacional editada pelos militares, em que: quem protestar - ficará mais tempo na cadeia, que os seus pares que delapidam as riquezas que o povo construiu.
Então o povo se desespera! E pede aos seus pais, filhos, irmão, amigos e patriotas desta pátria, que interceda para o bem da nação, mas ainda não foram ouvidos. Mas uma pergunta democrática a fazer. Na hora em que o povo “Legionário da democracia” finalmente for ouvido, e os irmãos “patriotas” assumirem transitoriamente o poder, seria REVANCHISMO da pátria, um novo julgamento do MENSALÃO? – Nessa “Nova ordem” - Creio que o povo deseja como anseia o retorno da moralidade, da ética e do respeito com esta nação.

Por:  Gilberto Figueredo