sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Há notáveis no Parlamento Brasileiro?

Há notáveis no Parlamento Brasileiro?

         Não existe nada mais oportuno na atual conjuntura que o apedrejamento do Congresso Nacional, em “especial” a Câmara dos Deputados, como forma de demonstrar a nossa revolta e indignação por tudo de nefasto e desrespeitoso à classe política tem feito com o povo brasileiro. São pessoas sem escrúpulos que para explicar sua medíocre atuação, fazem questão de dizer: “O poder emana do povo e em seu nome será exercido”. Cafajestes travestidos de povo. Uma verdadeira ofensa!
          Desmoralizar uma nação requer um espetáculo público em grande escala, e o Congresso é hoje, algo como um depósito de tudo que de mais imprestável e nocivo pode se agrupa por m². Vai de partidos políticos, a pessoas, ideias e intenções. Há políticos, que faz da delinquência e arrogância, uma forma personalíssima de bandeira e vitórias.              
            O envelhecimento mental, intelectual, o flagelo da ética e da moralidade na maioria dos políticos, a intenção pessoal de poder e riqueza na vida pública, é o que desmoraliza nossos cívicos votos. A certeza conjuntural de igualdade em situações semelhantes, lhes encoraja, por transformar-se em justiceiro conivente nas sombras do voto secreto, para absolvê-los dos crimes praticados. Comportamento honrado a ser comemorado.
            São honoráveis delinquentes da honra e da ética, traidores da pátria sem um pouco de prelazia, muitos já envelheceram na liturgia do cargo, e tempo de mandato, não é indicação de fidalguia parlamentar. São profissionais na defesa, na exaltação e privilégios das classes ricas e poderosas. Servilismo que está na mesma linha antidemocrática dedicada a ditaduras fascistas ou sindicatos Comunistas. Ditador, não é só governar conforme vontade pessoal. Pode ser outorgado por doutrina insana de um partido ou grupo voltado para o mesmo fim. E se entregam a esse papel subalterno, pobres coitados!
             Nosso país está mórbido, doença sazonal, temporariamente incurável, o “PT” um tipo de “carcinoma” criado no laboratório dos sindicatos e desenvolvido no planalto, o “PMDB” um tipo “esquizofrênico” que fere suas vítimas e quer fazer sexo com elas ainda agonizante. São peritos em esbulhos e parcimoniosos com corrupção mercantilizam ações usurpadora com os vários séquitos para aplicar suas vontades, planos e projetos de poder.
             “Quando os militares tomaram o poder, com a ideia de moralizar o país, acabando com a corrupção e a subversão, os males que tinham consumido o Brasil. Os corruptos, esses que não pretendiam virar alvos dos militares, foram os primeiros a se compor ao novo governo, era o espírito de sobrevivência que falou mais alto. (e sobrevivem até hoje) Assim a lista de prioridades purgatória diminuiu, o medo gera servilismo, sobraram para os subversivos.”¹
          Congresso está hoje cheio de artistas, muitos protagonistas sendo alguns mocinhos, mas o grande elenco de vilões. Temos as honrosas exceções de sempre, mas que estão cada vez mais raras e menos relevantes politicamente. É o conjunto da obra.
           A luta do povo pela ética é inglória para maioria dos políticos. E quanto mais lamentável for à situação do nosso país, tanto mais temos o dever de não perder a fé no seu destino e lutar para sua mudança, estamos cansados de mercadores de ilusão, de picadeiro em circos fantasiosos. Ao assumir o governo em 2003, se disse iniciar aí, a “nova etapa da nova república”, e o que deparamos, com de um homem orgulhoso, deslumbrado, arrogante e medíocre, finalmente um milionário. Os “Silvas” milionários do Brasil aprenderam o caminho da riqueza com o falecido João Alves.
            Onde estão os ditos éticos do parlamento? Nunca tiveram a coragem de formar um bloco para “resistir soberanamente” a toda essa vilania, mesmo que fossem pequenos e perdedores. Daí causa-nos desesperanças, a submissão, a covardia imensurável de parlamentares que acovardaram (peculiar qualidade) na seção de cassação de Donadon, parlamentar devidamente processado e condenado pelo STF condenado a 13 anos de cadeia, que surpreendentemente votou em seu próprio julgamento de cassação na Câmara dos Deputados sua casa protetora.
             Certa ocasião, o notável Cidadão Ulysses Guimarães disse: “... temos ódio à ditadura! Ódio e nojo...” Hoje, o povo brasileiro em homenagem ao homem público, que honrou o parlamento de sua pátria, dignificando a figura do parlamentar, ético, honesto, respeitado por todos, até pelos inimigos, quando certa vez falou aos soldados que tanto odiava, “Soldados de minha pátria, respeitem o líder da oposição do Brasil..” Dessa forma, nós, “Povo Brasileiro” com muita dor e vergonha também dizemos: “Temos vergonha do nosso Parlamento! Vergonha e nojo”. Nojo dos parlamentares em maioria, das decisões, ações, atos, conchavos, perfídias das ordinárias, de autoridades estoica, e toda sorte de confraria.
            E como dizem em Portugal, e vem muito bem a calhar, que em momentos recorrentes da história nacional, nossos jornais publicam diariamente notícias que deixam o povo revoltados, porém, sempre inertes. Mas o povo brasileiro já deu essa resposta. Transformou-se em certa noite numa “substância composta”, e o resultado dessa solução ainda é imprevisível. Se não existir paz e equilíbrio social, quanto à saúde, educação e segurança à vida, o Estado estará impossibilitado de cumprir sua função e estará caracterizado pela deterioração de seus pilares sustentadores.
               A corrupção é o elemento básico fundamental para sobrevivência sócio familiar, previdenciário e  salutar de nossos parlamentares e governantes, porém é a grande responsável pela perda de uma juventude inteira. E perder uma juventude inteira, não é como perder uma safra de trigo, que compra no país vizinho para repor o mercado.
               Nosso país sofre pela falta de um “Grande Líder”, independente e dinâmico, com personalidade, que haja com tato, diplomacia e paciência, evitando ser visto como um egoísta autoritário, que saiba enfrentar obstáculos, tomar conta de situação expondo e aceitando ideias ou ações, não se deixar afetar pela oposição, respeitando-a, mas sem submissão e benefícios mútuos. Ser bom ouvinte, e atingir objetivos com originalidade, enfim ser um verdadeiro “Uirapuru”.
                Não pensamos ser utopia encontrar um grande Líder para nossa redenção, O saudoso deputado Carlos Lacerda em algum momento da história do parlamento disse: “... Nós somos forças desprezadas. Nós somos os que constroem com sacrifício e com risco as vitórias definitivas, as únicas que o polifemo não conhecerá. Nós somos ninguém porque somos o povo brasileiro...”.
      Quando digo um apedrejamento, não me refiro a moral porque eles não às possuem, também não é pessoal porque devemos ignorá-los em breve, nem a Instituição parlamento, porque ela por si só, está em decomposição. Mas o apedrejamento ao vento. O apedrejamento que o povo deve iniciar ao tomar a responsabilidade de assumirem a condição de “Guardiões da ética e defensores da pátria”. É o que o Brasil espera de cada um de nós, vamos mudar esse país então!
             
 Essa é minha opinião, que como “digital”, cada um tem a sua o que não impede de um copo ser manuseado por ambas as mãos, a minha e a sua.




¹(Livro Ministério do Silêncio pág., 121 de Lucas Figueiredo)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Uma ironia bem atual de Millôr Fernandes “Militar é incompetente demais!!!, Militares, nunca mais!

O JULGAMENTO FICA POR CONTA DE CADA UM.  
Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um PT, PMDB, PR, PDT e outros Partidos sério, honesto e progressista, e ainda crescem grupos que não querem mais ter militares no poder, pelas razões abaixo.

Militar no poder, nunca mais.
Só fizeram lambanças.
Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista.

Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.

Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.

Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia.

Para apressar logo o fim do chamado “ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.

Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.

Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".

Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa.

Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos.
Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.

Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos.

O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar a luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.

Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.

Esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bate-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país.

Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma "bombinha de São João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas.

Os militares são muito estressados.

Fazem tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, sequestros de diplomatas... ninharias  que qualquer delegado de polícia resolve.

Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria
da gente hoje.

Os de hoje é que são bons e honestos.
Cadê os Impostos de hoje, isto eles não fizeram!
Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões.

Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.

Outras desgraças criadas pelos militares:
Trouxeram a TV à cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que inventou o sistema PAL-M.
Criaram ainda a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM.

Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo.
Pensa!!

Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram.
Graças a Deus!
Ainda bem que os militares não continuaram no poder!!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos:
"Militar no poder, nunca mais!!!", exceto os domesticados.

Ainda bem que hoje estão assumindo o poder pessoas compromissadas com os interesses do Povo.

Militares jamais.
Os políticos de hoje pensam apenas em ajudar as pessoas e foram injustamente prejudicadas quando enfrentavam os  militares com armas às escondidas com bandeiras de socialismo.

Os países socialistas são exemplos a todos.

ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARES CONSEGUIU FICAR RICO.
ÊTA INCOMPETÊNCIA!!!
É brincadeira!
Postado por #jensenbrazil em 04/23/2012