segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dr. Ulysses — Temos ódio à ditadura! Ódio e nojo


          Tenho acompanhado pelas redes sociais as várias manifestações e até súplicas para que as Forças Armadas (FAs) intervencione na situação política do país. Manifestei em outra ocasião, não caber ainda, qualquer tipo de ação por parte das Forças Armadas (FAs), antes que o povo assuma suas responsabilidades em mudar o “rumo” da nação, oportunidade essa em Outubro deste ano; e que, consumado a vontade popular e de acordo o comportamento dos perdedores, aí sim, as FAs poderá cumprir legalmente seu papel Constitucional.
          Assumir o “Poder” de uma Nação, deve ser por Delegação ou eleição. Na hipótese contrária, os militares creio; não desejarem entrar nessa “aventura”- Não estou aqui defendendo “estrelados”, porque também não enxergo na conjuntura atual nenhum “guia”, se bem que quem empunha o fuzil e manobra o canhão é a “praça”, que também é quem faz a guarda da munição e a distribui.
          Por outro lado, os militares, apesar de provocados, desmoralizados e ignorados todos os instante da vida nacional pelos “perdedores do passado” hoje no poder. Ainda não vislumbro nenhum “roxo” o qual pudesse delegar tal empreitada. Devido a aparente letargia, precisariam uma superdose de coragem e uma incontida vontade cívica de libertar a nação das garras criminosa desse condomínio criminoso e seu “projeto totalitário de poder”.
          O povo todos os dias, sofre humilhações homeopáticas imensuráveis, e se não existir paz e equilíbrio social quanto à saúde, segurança, educação e à vida, o Estado estará impossibilitado de cumprir sua função política e estará caracterizado pela deterioração de seus pilares sustentadores. E hoje há uma “desmoralização incontida instalada” no país que somente aquele que a pratica, por prazer e delinquência pode avaliar.
         Falam tanto em “Ditadura militar”, em torturas etc..., e o que é atual Ordem Nacional? Respondo: é um tipo “Ditadura Institucional”, onde se tortura uma nação inteira com atos, fatos, desídias e várias formas sofisticadas de subtração de nossas riquezas. É um tipo de “Ditadura” em que não é só governar conforme vontade pessoal, ela é outorgada por doutrina insana de um partido ou grupo voltado para o mesmo fim. O Brasil hoje, devido às importações de mão de obra inútil que são cambiadas pelas riquezas produzidas e conquistadas com honra e suor povo brasileiro está inerte e amorfo. E estamos assistindo passiva a “Sinfonia” de lesa à pátria, até quando? Nossa cultura está desmoralizada, mudam a história do país e incutem suas ideias nas mentes pareadas.
          Falta pouco para completar a “Invasão” no país, e vejo que talvez em um futuro bem próximo, haverá o aprendizado obrigatório do “Cubanhol” nas nossas nas escolas públicas. Tudo isso é resultado da vontade da “nata” da sociedade que se encontrava encurralada em suas vontades e projetos e passaram a ser servidos em troca de seus serviços.
            – O Presidente Geisel foi profético, quando disse: “... se é vontade do povo brasileiro, eu promovo a abertura política no Brasil. Mas chegará um tempo em que o povo sentirá saudade do Regime Militar. Pois, muitos desses que lideram o fim do regime não estão visando o bem do povo, mas, sim, seus próprios interesses” – É o que os militares chamam de “Retidão de caráter” de um militar.
          Ainda no afã de desmoralização das FA e do país, o governo introduziu no centro nervoso das FAs – Ministério da Defesa, um nada, mais que hostil aos militares, que um remanescente derrotado da guerrilha, e o pior, um “condenado” por corrupção um dos motivos que originou a “Intervenção militar” tão odiada por eles, e que agora, estão repetindo de forma mais grave, visceral, consciente e ordinária.
          Creio ter sido uma das maiores provocação feita aos militares, principalmente pelas lembradas palavras do Ex-Ministro do Exército Walter Pires: “Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas de armas na mão. Para que a nação não fosse levada a anarquia”. – Digo que nós brasileiros, costumamos chamar de “Heróis” aqueles que com fibra e coragem defendem à Pátria até as últimas consequências, e brasileiro que se preze tem “orgulho” de servir ou ter servido ao Brasil. Se como militar, ou civil- é uma espécie de orgasmo, que os imbecis desconhecem.
          Se o Doutor Ulisses, homem honrado e defensor desta nação estivesse vivo, diríamos a ele: Nós forças desprezadas que construímos com honra e suor as riquezas desta nação, também temos ódio - Temos Ódio à corrupção! Ódio e nojo!
ADSUMUS!
Por: Gilberto Figueredo
        


2 comentários:

  1. Gostei do conteudo da crônica, discordando apenas quanto a real necessidade do "guia" p/correção da rota,face do enorme desvio de recursos tanto pela cínica corrupção quanto pela doação ampla e submissa à gerontocracia castrista.

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  2. O "guia" a que me refiro, trata-se do elemento que orienta a tropa para o cumprimento da missão. Por fim agradeço por gratas palavras e envaidecido por ter sua companhia, atenção e comentários.

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