sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Já está na hora de dar um basta!

                                         
          A população da América Latina já está cansada de Governos fascistas travestidos em Democratas. É Chegada a hora do desmonte das farsas e das hipocrisias dominante destes governantes com DNA antidemocráticos que nas ultimas décadas se apossaram do poder ludibriando o povo ordeiro e pacífico desta parte da América.
          São personagens que aviltam e corrompem a história da cada nação e trazem miséria ao povo, impedindo seu desenvolvimento, mudando a história e impedindo o crescimento da nação. São falsos lideres que impõe suas vontades imperialistas, deformam a características do Estado, fomentam a dependência social, destroem a cultura e delapidam o tesouro para interesses próprios e de seus séquitos.
          No Brasil não é diferente, a cada dia, novas e inteligentes formas de sabotagem e usurpação aos cofres públicos são descobertas desmoronando cada vez mais as estruturas do estado, com o flagelo moral e ético das instituições. Quanto mais diabólico, nocivo e letal for às ações imposta ao povo, maior o prestígio no Governo. É o que chamo de “Mascara da felicidade ideológica” - todos sempre juntos e infiéis.
           Não se instalou no país conforme prometido, a “nova etapa da nova república” tão almejada pelos votos conferidos ao novel presidente, e como fez questão de frisar o candidato eleito. Mas sim, um “condomínio de criminoso” composto por “notáveis nocivos” que praticam todo tipo de indecência contra a nação e o povo. É uma ditadura dominante que governa conforme vontade pessoal do “crupiê de 9 dedos” e seus serviçais, outorgada por doutrina insana do Partido dos Trabalhadores e um grupo voltado para o mesmo interesse: O enriquecimento através das construções invisíveis, para uma nação invisível e irreal com o firme propósito de enriquecimento. - O STF já confirmou essa tese.
           O envelhecimento mental e intelectual, o flagelo latente da ética e da moralidade desses políticos, a intenção pessoal de poder e riqueza na vida pública, é o que desmoraliza cada voto recebido, são “Mercadores de ilusão” que a cada dia são mais insolentes, desleal e ignominioso. A maior fraude da história deste país o “barba”, atraiçoou seus companheiros trabalhadores e os manipulou por vários anos, que chegando ao poder, aliou-se a pessoas da pior espécie como sabemos agora, e aos revanchistas “derrotados da guerrilha”, que hoje no poder, estão novamente repetindo de forma mais grave, visceral, consciente e ordinária, os motivos que levaram a intervenção nacionalista de 64.
          “Os verdadeiros defensores desta pátria alertam sempre que: -”. “É essencial que a nação não trilhe caminhos ideológicos indesejados pelo nosso povo”, - e isso não pode permitir. Porque, a nossa luta pela ética é inglória e insignificante para a maioria dos políticos,
e quanto mais lamentável for à situação do país, tanto mais estaremos no dever de não perder a fé no seu destino, hoje o povo é uma “substância composta” e não podemos contar com os ditos éticos e honestos do Congresso, porque na atual conjuntura, não há mais espaço na vida pública para homens de bem, e os poucos existentes estão são inertes, e a tal “oposição”, é o que mais vergonhosa e degradante se tem notícia.  É nanica, desunida, medíocre e esquizofrênica. E que, se prove o contrario.
          Por ouro lado, os aclamados éticos, honrados e honestos do Congresso nunca formaram corajosamente um grupo de resistência, mesmo que pequenos e perdedores.  Diante dessa “perfídia parlamentar”, temos o dever assumir nossas responsabilidades e provocar um verdadeiro “apocalipse eleitoral” pela dignidade da nação. - Um tijolo em uma grande construção, parece “inútil”, mas faz parte do conjunto da obra, embora não seja admirado e visto isoladamente.
          Esse governo está fora de validade, causa “botulismo” à nação, são empréstimos de vultosas somas em dinheiro aos “cumpanheros” e depois perdoado, é corrupção ampla geral e irrestrita, é inflação, é desvalorização de empresas símbolo de prosperidade, é construção de portos em cuba, enfim! uma verdadeira festa com as riquezas produzidas com honra, ética e sacrifício diuturnamente pelos trabalhadores deste país. Essa desonra tem um preço que só aquele que a pratica, por prazer ou delinquência pode avaliar. Na mesma linha de desonra geral, foi o amplo apoio político dado aos corruptos na cadeia por parlamentares eleito pelo voto popular, que demonstra o quanto estão de costas para o povo que os elegeu, avessos à história que a nação inteira quer contar.
          O povo, não aceitará mais: - o culto à personalidade, a arrogância, o orgulho pessoal, a corrupção, a delapidação dos nossos bens, cultural, moral e ético, como não permitirá para as gerações futuras, que prevaleça essa cultura de “imolação” pessoal com forma de prazer pessoal.  Creio ser a hora, a chance está posta, fala-se muito em “Dignidade”, mas enquanto não houver uma renovação radical da classe, será mera utopia e um sonho distante. Porque enquanto houver “corrupção” perderemos, saúde, segurança, educação, e o mais grave, a nossa juventude, - e perder uma “juventude inteira”, não é como perder uma safra de trigo que se compra no país vizinho para repor o mercado. Portanto essa mudança depende nós, que estaremos sempre no dever cívico de reagir, mesmo que seja tarde. O homem cresce à medida que por sua vontade constrói, se arrepende, e aprende a reconstruir.
Por Gilberto Figueredo


Um comentário:

  1. Ótimo artigo, amigo Gil. Observo apenas que ao referir-se ao "barba" como traidor dos seus colegas trabalhadores, não o vejo assim. O "barba" sempre foi quem é: um falastrão mentiroso com alto poder de convencimento aos desavisados. Grande e perigoso estrategista social, não poderá jamais ser subestimado. Ainda me espanta a legião de séquitos, muitos de boa fé. O maior desafio é reconstruir um Brasil para além do isto ou aquilo, pois é esse maniqueísmo que inviabiliza o diálogo necessário entre os diferentes modos de pensar. Sem esse diálogo estaremos sempre a medir forças com o outro, sem a aceitação das regras do jogo democrático, na qual o consenso da maioria é admitido sem se desconsiderar o dissenso, jamais avançaremos como nação.

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