Tem se falado muito em regulação da mídia no Brasil, mas há décadas nada acontece neste país sem que antes haja uma iniciação midiática, ou seja, sem que a imprensa torne público àquilo que na calada da noite se conspire contra a nação e seu povo.
O governo militar, atualmente alvo preferido por aqueles na ânsia voraz de tomar o poder para implantar o comunismo no país, os jornalista foram como eles presos, torturados e mortos. O exemplo mais festejado recentemente pelos derrotados foi o reconhecimento da morte do jornalista Herzog. Que não deixa de ser uma forma diversionista midiática de se opor a tudo que aconteceu e buscar um canal de retaliação aos militares.
Há de se imaginar se fossem eles os vencedores, em que patamar estaria está nação. Somos testemunhas fiéis da história de como se encontra nosso país nesses 10 anos sob sua administração. O projeto de poder que naturalmente seria implantado na ocasião, encontrou espaço no governo do PT, dessa forma, o Partido de Trabalhadores incubou ex-guerrilheiros perdedores e afastaram seus genuínos (não o Genoíno) formadores, os trabalhadores.
A função do jornalismo é informar, doa a quem doer, é investigar seja quem for, é colaborar no desenvolvimento do país, principalmente desnudando aqueles responsáveis pelo gerenciamento do mal, é mostrar quem veste a "Mascara da felicidade ideológica", a “Matula” sempre junta e fiel e os fundamentalistas apaixonados.
Há decadas o desastre natural está em evidência no país, a seca eterna no Nordeste onde o nordestino nunca foi lembrando pelos governantes, nem mesmo quando foi um deles governar o país, hoje mais de 1200 municípios está sofrendo a terrível desgraça, olha que o Brasil tem uma grande dívida com esse povo. As chuvas assolando novamente o sul, seus gestores perante a mídia nacional prometem liberar verbas milionárias, mas elas nunca chegam e as verbas doadas pela população em ato de solidariedade também desaparecem. Se for verificar, os desabrigados das enchentes do sul do país até hoje continuam desabrigados. Faz um ano que no Rio morreram quase 1000 pessoas nas quedas de barreiras, este ano continuam morrendo e vão morrer ainda mais, as verbas quando chegam para aliviar o sofrimento dos flagelados na verdade aliviam os bolsos dos gestores.
Mas a imprensa está sempre alerta em defesa da nação, porém sempre descredenciada pelos nefastos do poder, um dia teremos governo que saberá honrar os jornalistas com as credenciais de verdadeiros construtores do desenvolvimento desse país.
Por: Gilberto Figueredo
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