Cidadania e a vilania
Em 10 anos de governo vermelho,
começa brotar aos nossos olhos os estragos e deterioração do país. Quando se
deseja classificar o que é bom, se utiliza estrelas. Mas estrela símbolo do
poder vem nesses anos perdendo o brilho e acinzentado. Ainda bem que não postaram
estrelas vermelhas na Bandeira Nacional, só tentou introduzir a palavra “amor”.
Coisa de gnóstico tolo.
A incessante busca por um projeto
de governo, valendo-se dos mais espúrios métodos não republicanos, tem
projetado no Brasil o descrédito de seus governantes. O colegiado do poder, só
inspira confiança aos séquitos e aos acolhidos por ações sociais de cabresto,
em flagrante oportunismo aos seus problemas sócio econômico, usurpando sua
cidadania.
Falta-lhe hoje, a legitimidade
que outrora, os ascenderam ao parlamento; dele, muitos por mérito as suas
qualidades morais e éticas negativas, ocupam cargos estrategicamente perfeito
ao sonhado projeto de governo. Nossos tesouros e riquezas estão em perigo nessa
administração. As contas públicas estão maquiadas, não se sabe há quanto tempo.
A Petrobras, a cada dia menos
valorizada, perde valor atualmente para a Colombiana Ecopetrol que no mercado é
de US$ 129,5 bilhões, maior que o da Petrobras (de US$ 126,8 bilhões), mesmo a
brasileira tendo uma produção três vezes maior do que a colombiana, e para
completar a Petrobras perde também até para empresa cervejeira.
Não há outro propósito que não
seja a perpetuação no poder, pois nele se pode vilipendiar a nação, massacrar o
povo, esmagar os inimigos e se apoderar da riqueza e ratear entre os comparsas
no poder. Podemos pressentir perigo iminente a paz social, ao progresso real e
desenvolvimento eficaz do país. Os pilares sustentadores do Estado estão
deteriorando, não existe equilíbrio social, falta saúde e segurança ao povo.
Não se cumpre a função política conferida
pelo voto, o orgulho e a arrogância, lança à cidadania ao lamaçal. Trocaram suas
identidades e com prazer pessoal se tornaram “delinquentes da honra e da ética”, traidores da pátria sem um
pouco de prelazia. E no
Brasil? Porque não o voto facultativo? O Povo é incapaz de pensar pó si
próprio? A resposta é “não”, A
cidadania é a prova de identidade que mostra a relação ou vínculo do indivíduo
com o Estado. É mediante essa relação que uma pessoa constitui fração ou parte
de um povo. E como tal tem de ser respeitado. Não somos oligofrênicos como
imaginam, somos nação e somos sábios também.
Os elementos canalhas não têm idade nem face, agem
na penumbra, por que é uma qualidade da personalidade. A eleição no senado
federal e na câmara é o melhor exemplo conjuntural para a nação, os capadócios de
lá fizeram do Congresso seu Porto seguro. A teta é tão boa que nem os longevos Garibaldi Alves com 90 anos, José Sarney com 82 anos, Epitácio Cafeteira com 89 e outros existente
no Olimpo, não se afastam do serviço público para o bem do povo ao completarem
70 anos como acontece com todos os mortais servidores.
Por: Gilberto Figueredo
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