Que história terá um país onde o
culto à personalidade, a arrogância, o orgulho pessoal, o incentivo a
delapidação cultural, moral e ética; assim como a extinção dos reservas morais,
a desmoralização das instituições terá para as gerações futuras?
São 10 anos de todo tipo de
desregramento ético e mazelas sofisticadas, uma democracia caudilhesca que
enriquece os séquitos e empobrecem os cidadãos tirando lhes o muito dando lhes
o pouco, pouquíssimo em forma de ações ditas sociais. Um verdadeiro carnaval de
luxúrias e traições.
Que história é essa reservada aos
nossos filhos e descendentes? Quiçá, tudo mude muito rapidamente. Sim! Nós também
podemos, porque não? Somos capazes fortes, podemos provocar pânico, podemos
provocar o “apocalipse” do Congresso
imoral e nefasto, e podemos reconstruí-lo em “Nova Genesi”. Temos em nossas mãos a pá de cal e de sal. Nossas
manifestações de intolerância são creditadas a insignificância social e
política pelos “caudilhos do poder” que
deveriam ouvi-la e respeita-la por retribuição à cidadania.
O país a cada dia está
deteriorando, projetos de poder que delapidam, empobrece e desvalorizam o
patrimônio público, como se tratasse do patrimônio moral que já chega deteriorado
e mergulham cada vez mais fundo em troca de fortunas sem endereço, barras de
ouro e diamantes. Há algum tempo foi dito que havia 300 picaretas no Congresso,
o número aumentou e tende a aumentar, nosso “medo” como disse uma conhecida atriz, agora, é que chegue a 666
picaretas, a nação não vai suportar.
Por tudo, e pela futura história
que não quero para meus filhos e descendente, tenho fé no ditado popular: “Um dia da caça, outro do caçador”, até
2014 senhores!
Por: Gilberto Figueredo
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