domingo, 17 de fevereiro de 2013

Que história terá um país onde o culto à personalidade, a arrogância, o orgulho pessoal



Que história terá um país onde o culto à personalidade, a arrogância, o orgulho pessoal, o incentivo a delapidação cultural, moral e ética; assim como a extinção dos reservas morais, a desmoralização das instituições terá para as gerações futuras?
São 10 anos de todo tipo de desregramento ético e mazelas sofisticadas, uma democracia caudilhesca que enriquece os séquitos e empobrecem os cidadãos tirando lhes o muito dando lhes o pouco, pouquíssimo em forma de ações ditas sociais. Um verdadeiro carnaval de luxúrias e traições.
Que história é essa reservada aos nossos filhos e descendentes? Quiçá, tudo mude muito rapidamente. Sim! Nós também podemos, porque não? Somos capazes fortes, podemos provocar pânico, podemos provocar o “apocalipse” do Congresso imoral e nefasto, e podemos reconstruí-lo em “Nova Genesi”. Temos em nossas mãos a pá de cal e de sal. Nossas manifestações de intolerância são creditadas a insignificância social e política pelos “caudilhos do poder” que deveriam ouvi-la e respeita-la por retribuição à cidadania.
O país a cada dia está deteriorando, projetos de poder que delapidam, empobrece e desvalorizam o patrimônio público, como se tratasse do patrimônio moral que já chega deteriorado e mergulham cada vez mais fundo em troca de fortunas sem endereço, barras de ouro e diamantes. Há algum tempo foi dito que havia 300 picaretas no Congresso, o número aumentou e tende a aumentar, nosso “medo” como disse uma conhecida atriz, agora, é que chegue a 666 picaretas, a nação não vai suportar.
Por tudo, e pela futura história que não quero para meus filhos e descendente, tenho fé no ditado popular: “Um dia da caça, outro do caçador”, até 2014 senhores!

Por: Gilberto Figueredo

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