segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

As ofensas impostas à nação.



As ofensas impostas à nação.
No Brasil diariamente a população é violentamente surpreendida e moralmente agredida por pensamentos, decisões, ações e conchavos políticos. São perfídias, quase que perfeitas de políticos ordinários, que compõem o nosso parlamento. São autoridades estoicas, que pertencem a alcateia dominante deste país, são grupos e subgrupos de toda sorte e nefastos confrades engabeladores da nação.
O senador Pedro Simon em entrevista a revista de circulação nacional, disse: “Os bons já morreram”. De forma contundente, o senador referia-se às personalidades consideradas “Reserva moral” do parlamento do brasileiro, os quais tivera um feliz convívio salutar. Entre eles; Tancredo Neves, Mario Covas, Ulisses Guimarães, Jeferson Perez, Darcy Ribeiro, Teotônio Vilela, Afonso Arinos e outros que de forma honrada enobreceram de forma plural e definitiva a memória de seu tempo.
O ícone Afonso Arinos, em pronunciamento no senado da república: “Senhores constituintes de hoje, senhores congressistas de amanhã, nosso dever, é fazer política, e fazer política é praticar a liberdade. É honrar nosso mandato e a memória de nosso tempo”.
Arinos de Mello Franco, guardião da república, viveu honradamente, seus pensamentos e atitudes, sempre em defesa dos desvalidos, o qual representou com nobreza e orgulho, honrou e respeitou o Brasil e o parlamento.
A péssima qualidade cultural, ética e moral dos vários candidatos das últimas legislaturas, e os já existentes no cenário político, levou a degradação, a podridão, o despudor da classe.  Para perpetuação na vida pública é lançado toda sorte de trapaça, e na maioria das vezes, por serem fundadores dos partidos pelo qual se lançam, não são submetido a uma prévia escolha, assim é para seus substitutos eventuais ou programados.
Essa corja de sanguessugas é na verdade, os que promovem grandes escândalos que tanto envergonham a sociedade e o país.  “O jornalista Elio Gaspari, em matéria do dia 20 de janeiro foi muito feliz ao analisar “A nova elite do congresso do PMDB e do PT”, e dizer que:” Os Senadores e Deputados devem refletir sobre a seleção que vem sendo escalada para dirigir o Congresso e ocupar cargos relevantes no plenário. “A cúpula do parlamento tem algo como 20 posições de destaque, que refletem a essência da liderança das duas casas”. “Sempre houve casos esparsos, e graves, em que foram escolhidos parlamentares com mais prontuário que biografia”. Lembramos de Severino “fura poço” Cavalcante.
Gaspari lembra que jamais se chegou ao que se está armando agora. Para Presidência do Senado, o favorito, Renan Calheiro (PMDB-AL). Foi denunciado ao STF pelo Procurador Geral da República Roberto Gurgel, pelas redes de relações perigosas na qual a empreiteira Mendes Júnior pagava as despesas da namorada com que tivera uma filha. Na ocasião Renan mentiu alegando que pagava as despesas com vendas de gados de sua fazenda. Apresentou vergonhosamente notas fiscais falsas.
Para a presidência da câmara, já ocupada por Ulisses Guimarães, político possuidor de conduta moral e ética, homem republicano, orgulho dos brasileiros e do próprio PMDB, o favorito é o deputado Henrique Alves, também do PMDB-RN. Mantinha uma assessoria (paga pela viúva) o sócio da empresa recebeu 6 milhões em verbas federais direcionadas para obras em 20 municípios aliados do deputado no do Rio grande do norte. Assim, começamos a vislumbrar o futuro “Tenebroso” que nos reserva essas eleições no Congresso Nacional. Os escândalos políticos, crimes, corrupções gerais e irrestritas em vários níveis, assim como várias outras técnicas de delapidação moral, ética, cívica e histórica, de certa forma começaram a tomar vulto a partir da “demonização” iniciada em 2003, que representaria “uma nova etapa na democracia brasileira”, daí, pondo ponto final a uma redemocratização “chula”, que produziu os piores movimentos sociais e acelerou todo tipo de escória política existente no parlamento, que envergonha a todos os brasileiros. Nessa proclamada nova etapa da sonhada democracia (sic) brasileira, também chegou ao poder, elementos perdedores da luta armada, que queriam implantar uma “Ditadura Comunista” no Brasil. Liderado por militantes com orientação política de esquerda, com objetivo político de implantar a ditadura do proletariado no nosso continente, que foi detida graças aos heroicos esforços das Forças Armadas.
Metem quando dizem que aqueles que pegaram em armas contra o regime militar lutavam pela democracia. Comunista, é especialista em dialética e na arte de dissimular, nunca dizem exatamente o que são e o que pretendem. Tivemos o exemplo prático que culminou com tanta corrupção. Com o poder nas mãos o que fizeram, construíram um ardiloso plano de governo para se perpetuarem no poder, e o resultado dessa nova “Luta”? Corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha. Nas palavras esclarecedoras a nação o ministro Celso de Mello em seu voto: “... são eles corruptos e corruptores, os profanadores da república, os subversivos da ordem institucional...”.  A ministra Carmem Lúcia afirmou: “... corrupção significa que alguém foi furtado de alguma coisa, mas significa que uma sociedade inteira foi furtada: pela escola que não chega, pelo posto de saúde que não se tem...” No pretendido projeto de governo, as figuras dos ex-guerrilheiros José Dirceu e José Genoíno, nunca desistiram de conspirar contra a nação. O Gen. Ex Walter Pires declarou certa ocasião que: “Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se por a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a nação não fosse levada à anarquia”.
Hoje, segundo palavras do ministro do STF, considerados “Subversivos da ordem institucional”, lutam pela desmoralização das Forças Armadas com a imposição da “Comissão da Verdade”. As táticas são as mesmas os personagens e seus séquitos tentam de todas as táticas para desmoralizar o Supremo Tribunal Federal, por tê-los, condenados pelas práticas nada republicanas na intensa busca do projeto de poder. Genoíno, acusado em processo no STF, por provocação e na tentativa sublime de desmoralizar as Forças Armadas, a convite do governo e por estar desempregado, aceitou assessoria no Ministério da Defesa, onde representa até hoje, tudo de negativo a sua história de homem público e militante da luta armada, não sendo digno de ter pertencido aos quadros do Ministério o que corresponde ofensa aos brios de soldado. Condenado pelo STF resolveu mais uma vez tentar desmoralizar o STF, assumindo vaga na câmara dos deputados, alegando respeito aos eleitores. Como se o dia que irá para prisão é apenas um devaneio da nação.
Entre os acusados no processo do mensalão, João Paulo Cunha teve o disparate de assumir a presidência da comissão de constituição e justiça da câmara, foi preciso o STF pregar à testa do deputado o carimbo de corrupto para o PT se dar conta da inadequação de ter como candidato a prefeito um réu em processo criminal.
O grande deputado Otávio Mangabeira no discurso de sua despedida da Câmara dos Deputados em 1958, registou as dificuldades vividas pelo povo, manifestou então, esperanças no futuro do Brasil. “Quanto mais lamentável for à situação do país, tanto mais estaremos no dever de não perder a fé no seu destino”. Essas palavras registradas nos anais da câmara pelo ilustre parlamentar, nos trás certo conforto e enorme incentivo para mudar o quadro deplorável existente. Se persistir a falta de moral, honra, ética, o equilíbrio social, a educação, saúde e segurança, o Estado está propenso pela deterioração de seus pilares sustentadores. A sociedade precisa se mobilizar, só há saída com a mobilização do povo. Carlos Lacerda em peça de defesa na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, 1957 tentando se defender por ter lido telegrama secreto da Embaixada do Brasil em Buenos Aires, sobre operação com madeiras da qual teriam resultado, supostamente, recurso para a campanha de Getúlio Vargas à eleição de 1950, pronunciou: “... Nós somos forças desprezadas. Nós somos os que constroem com sacrifício e com risco as vitórias definitivas, as únicas que o polifemo não conhecerá. Nós somos ninguém porque somos o povo brasileiro...”.


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