quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Unidos somos o Poder, somos forte é grande.



Nos últimos 10 anos ou um pouco mais, o povo tem produzido a pior safra de políticos no país, elegendo-os parlamentares. No Congresso Nacional, são assassinos, contraventores, traficantes, corruptos profissionais, revanchistas, mequetrefes (em moda) e representantes de organizações diversas.
Voltados única e exclusivamente para seus interesses ou a grupos a que pertencem e que tem prestar satisfação de sua atividade.
Muitos cada vez mais ricos, sem explicação de como enriqueceram na atividade parlamentar. Situação esta motivo de denúncias do Senador Mário Couto. São declarações fajutas de bens, que em cada legislatura se elevam astronomicamente, onde uma Receita Federal e Tribunal de Contas fazem de contas que existem, e seguem incólumes.
Nos Estados, não se vê progresso, evolução, dinamismo e benfeitoria (obras) pública, o quem se propõem a construir alguma coisa em nome do povo, as verbas destinadas vai pelo ralo e nada é finalizado, e o governo que se segue, os abandona porque as verbas destinadas já se desapareceram. Primeira ação que fazem é destituir a cor do gestor anterior e colorir o estado ou cidade com as cores de seu partido, (para quê essa troca de cores) e aí haja verba que poderia ser destinada a continuação de obras anteriormente iniciadas.
No plano Municipal, o desprezo é o mesmo, os gestores que assumiram este ano, têm encontrados prefeituras em estado críticos, os que saíram, muitos fugiram e não transferiram o poder administrativo, alguns foram apeados do poder pela justiça, muitos apoderaram das verbas públicas deixando funcionários e famílias diversas sem seus vencimentos, não pagaram fornecedores. Em Belém do Pará o ex-prefeito não deixou um medicamento sequer nos postos de saúdes para urgência e emergência, coisa comum em seu governo onde muitas vidas foram perdidas por sua ineficácia e gerenciamento macabro. No país inteiro gestores que assumiram estão em sinuca de bico, encontraram excesso de lixos, parece uma pandemia ou que uma quadrilha nacional foi formada nessas gestões.
Nos acidentes naturais que ocorreram, várias destruições, várias vidas, e flagelos se seguiram e poucas ações foram efetuadas, os responsáveis pelo socorro em nada se importaram. No Rio de Janeiro fazem dois (2) anos das quedas de encostas, até hoje nada foi feito, a não ser sumiço de dinheiro. Nada é feito para impedir esses ladrões de verbas públicas repetirem essas ações, que normalmente são destinadas para a região destruídas, mas acabam nos cofres dos estados e nas cidades de seus gestores, a exemplo da Bahia e Pernambuco.
Noticiou-se que no pobre e abandonado Maranhão, único estado da federação que tem quatro senadores e um ex-presidente, o Poder municipal permitiu que materiais escolares: livros, uniformes, tênis, computadores, carteiras escolares e até viaturas como ônibus novos ainda sem emplacamento, deteriorassem no tempo e nos galpões da Secretaria municipal de saúde. Na contramão deslavada o atual ministro do Turismo, natural do estado, destinou 30 bi de reais para limpeza de praias maranhenses, pergunta-se: como vai o IDH do estado, sua pobreza, saúde, cultura, emprego, desenvolvimento e muitas outras necessidades como a restauração das péssimas estruturas rodoviárias. Seus governantes enriqueceram a custa da pobreza e miséria do povo leal e amável, Se amassem de fato o estado e o povo como seu representante, deveriam por moral ou agradecimento à tamanha lealdade, retribuir em desenvolvimento e progresso, a melhoria do estado, do IDH, das famílias e não se escusava em recebê-los e ouvi-los. Na política brasileira em geral, parece que existe uma regra que para se assumir cargos nos vários escalões, os indicados devem ostentar paridade pessoal de “desonestidade e incompetência”.
Da Justiça, o povo espera a “Esperança” no cumprimento das leis produzidas pelos párias do Congresso, claro que há exceções por lá, aditam nas entrelinhas autoproteção pelos crimes que produzirão e a seus colaboradores endinheirados. Assistimos vergonhosos aos Shows nefastos e públicos, que condenado, assumem cargos alegando respeito aos seus eleitores; esses que foram desrespeitados e esquecidos nas ações de debulho nos cofres públicos, lhes negando, assim, saúde, educação, melhoria de vida e tudo mais. Nos causa espécie assistir tanta zombaria com as autoridades da mais Alta Corte de Justiça desse país. Mas o tempo por mais que se alongue em nossas mentes nos causando sofrimento pelos fatos, indignando por toda essa safadeza; Há um consolo, que o próprio tempo oferece, é lento mais chega. O Brasil tem mais de 500 anos e ainda é tão novo, haverá tempo para tudo, haveremos de ter governantes despido de orgulho, cinismo, arrogância, camaradagem, traições na calada da noite. Unidos somos o Poder, somos forte é grande, e a espada da justiça pública quando empunhada é capaz de mudar rumos, mesmo que construam castelos, como muitos construíram as nossas custas, tirando de nossos filhos, as perspectiva de futuro, podemos e devemos vencer essa sensação de derrota de medo, a culpa é toda nossa, mas teremos o que merecemos porque vamos busca-lo.

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